segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Clicks do 15° Festival de Dança - tarde

   Na sexta-feira (04) de Novembro aconteceu o 15° Festival de dança de Quitandinha.       
  O Secretário de Educação Cultura e Esportes Edinei Mlenek e as organizadoras do evento Danielle Rauhte e Monique Kantele, bem como os demais servidores do pessoal de apoio e do Esporte agradecem a todos que participaram, ajudaram e prestigiaram o festival que foi um sucesso. Superou o número de expectadores de outras edições, graças aos frutos de um bom trabalho e organização que a cada ano atraí mais participantes. O evento aconteceu no Ginásio Hilário Gonçalves do Vale no período da manhã, tarde e noite.

   No período vespertino se apresentaram as Escolas Municipais e Cmeis nas seguintes categorias: D, E e F
  Participaram neste ano de 2016 a  EM do Campo Bom Jesus do Turvo, sendo vencedora nas três categorias em diferentes colocações, a EM Padre Antônio, do Engenho Velho, foi vencedora nas duas categorias em que participou e com duas colocações na categoria F, a ERM Vilson Hasselmann, do Doce Grande, que venceu em uma categoria.
  A ERM Miguel Lecz, da Lagoa Verde, a ERM São João do Ribeirão Vermelho e a ERM Leonor Moura de Andrade do Centro não ganharam mas fizeram lindas e criativas participações. 
  O Cmei Esperança do Amanhã da Campina ganhou em 1° lugar na Categoria D e o Cmei João Ribeiro de Moura do Centro ganhou em 3° na Categoria D. O Secretário Edinei  parabenizou as seis escolas e dois Cmeis pela participação e pelas lindas apresentações.


 



















Categoria D- Educação Infantil e 1° ano

Colocação:                       Escola:
1°                                     CMEI Esperança do Amanhã
2°                                     EM do Campo Bom Jesus
3°                                     CMEI João Ribeiro de Moura

Categoria E- 2° ano e 3° anos

Colocação:                   Escola:
1°                                   EM do Campo Bom Jesus
2°                                   ERM Vilson Hasselmann
3°                                   EM Padre Antônio


Categoria F- 4° e 5° anos

Colocação:                   Escola:
1°                                   EM Padre Antônio
2°                                   EM Padre Antônio
3°                                   EM do Campo Bom Jesus





















Clicks do 15° Festival de Dança - manhã

    Na sexta-feira (04) de Novembro aconteceu o 15° Festival de dança de Quitandinha. 
  O Secretário de Educação Cultura e Esportes Edinei Mlenek e as organizadoras do evento Danielle Rauhte e Monique Kantele, bem como os demais servidores do pessoal de apoio e do Esporte agradecem a todos que participaram, ajudaram e prestigiaram o festival que foi um sucesso. Superou o número de expectadores de outras edições, graças aos frutos de um bom trabalho e organização que a cada ano atraí mais participantes. O evento aconteceu no Ginásio Hilário Gonçalves do Vale no período da manhã, tarde e noite.
  No período matutino se apresentaram os colégios Estaduais nas seguintes categorias: A, B e C. O Secretário de Educação Cultura e Esportes Edinei Mlenek agradece a participação das quatro escolas estaduais e da belíssima apresentação da APAE.




Categoria A Categoria A: 6° e 7° anos

Colocação:                   Escola:
1°                                   CE do Campo Prof° Paulo Freire
2°                                   CEEFA
3°                                   CEEFA     

Categoria  B: 8° e 9° anos  
    
 Colocação:                    Escola: 
1°                                    CE do Campo Doce Fino
2°                                    EE do Campo Lagoa Verde
3°                                    CE do Campo Prof° Paulo Freire  

 Categoria C: Ensino Médio
Colocação:                    Escola:
1°                                   CEEFA
2°                                   CE de Doce Fino
3°                                   CE de Doce Fino

























quinta-feira, 3 de novembro de 2016

É amanhã o Festival de Dança de Quitandinha !!!!!!

  


  Está chegando o 15° FESTIVAL DE DANÇA. É nessa sexta-feira dia (04), no Ginásio de Esportes Hilário Goncalves do Vale. Convide seu Diretor, professor, amigos, suas famílias para prestigiarem e torcerem para os grupos que estarão representando suas escolas ou academias.                                                                                                                            São mais de 350 dançarinos (as) para abrilhantarem mais uma vez nossa Cidade. Abaixo segue os horários das apresentações.
Manhã 8h 》 Colégio Estaduais Apae.
Tarde 13h 》 Escolas Municipais
Noite 19h 》 Academias, e grupos de danças locais e regionais.


Melhores informações 41- 3623-1242 (Secretaria de Educação Cultura e Esportes)
Desde já agradecemos sua participação.

Livro Didático para 2017 já foi entregue

  No início desta semana aconteceu o repasse do livro didático para as escolas da rede municipal de ensino para 2017. Edinei Mlenek, secretário da pasta esteve acompanhando a entrega dos mesmos.




Cmei João Ribeiro de Moura recebeu melhorias no jardim

  O Secretário de Educação Cultura e Esportes Edinei Mlenek esteve acompanhando a revitalização do jardim do Cmei João Ribeiro de Moura do Centro. O espaço ganhou nova grama e ficou mais organizado e bonito. Segundo Edinei as crianças poderão brincar com mais segurança em seu espaço de recreação. 




O Plano Nacional da Educação (PNE) será cumprido? O que especialistas dizem?


  A maior parte dos educadores e especialistas que criticam a PEC 241 temem que, com a aprovação do texto, o cumprimento do PNE, que já teve o prazo de várias metas estourado, fique inviabilizado. Isso porque parte das metas, como a universalização da Educação Infantil, a valorização do professor e a ampliação da oferta de Educação Integral dependem do apoio financeiro e de infraestrutura da União.                                                                                                        
  Ainda restam muitas dúvidas sobre o assunto. Entre elas, se a Educação continuará como uma prioridade daqui para frente, se o orçamento vai diminuir e quanto vai diminuir e se a PEC é, de fato, o melhor jeito de reequilibrar as contas públicas (outra possibilidade será, por exemplo, reformar a estrutura tributária do país).O que especialistas e instituições de Educação estão falando sobre o assunto em um momento de crise econômica, a solução não é reduzir os investimentos em Educação. Temos que criar caminhos que apontem não só para mais recursos, mas também direcionem a gestão dos já existentes, para alcançarmos melhores resultados.                                                                                        

 Ao invés de desvincular recursos, por que não exigir o cumprimento das metas estabelecidas no PNE, levando-se em conta as condições dos Estados e municípios? Não se trata de diminuir os repasses, e sim de mudar a sua sistemática, exigindo que as redes de ensino prestem contas e se comprometam com os encaminhamentos das metas.”   

O que especialistas e instituições de Educação estão falando sobre o assunto:


   Maria Alice Setubal, presidente do Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec), em artigo publicado no jornal Folha de São Paulo. "Somos favoráveis à adoção de medidas de reequilíbrio da economia e das contas públicas, que levem o País à retomada do crescimento e dos empregos. Entretanto, isso pode ser feito por outra via que não a asfixia dos recursos da área social. O que o País aplica em saúde, Educação e assistência social não é gasto, mas investimento. É investimento com as mais altas taxas de retorno. Os economistas sabem desse fato comprovado."                                                                                                                                
   Ação em Defesa dos Direitos Sociais, criada por instituições como União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Instituo Alana e Instituto Avisa Lá "O PNE possui 20 metas e dezenas de estratégias que objetivam a melhora da qualidade da Educação do País. Para conseguir alcançá-las, o Brasil precisará gerir melhor o seu orçamento, bem como aumentar o que já é investido. Estabelecer um teto para a área para os próximos 20 anos significa ignorar a situação atual do ensino e se conformar com um futuro sem avanços".                                                                                                                 

  Todos pela Educação, em artigo publicado no jornal O Estado de S. Paulo “É fundamental que a sociedade se oponha à PEC 241 e convença cada deputado e cada senador a votar contra a PEC 241. Parece que estamos falando só do nosso presente ou só do Plano Nacional de Educação que se encerra em 2024, mas, na realidade, estamos falando de um período de 20 anos de vigência dessa proposta de diminuição do investimento em Educação, saúde, e assistência social. E vamos viver 20 anos de finalização da possibilidade de o país ser de fato próspero e digno para sua população".


 Fonte: Revista Nova Escola

Importante Leia: Se a PEC for aprovada, o que pode acontecer?


    O texto da PEC 241 não fala sobre estabelecer um teto para os gastos com a Educação. Ao contrário das outras áreas, que passariam a ter um limite máximo de gastos corrigido pela inflação, a Educação, assim como a saúde, ganharia um novo piso a cada ano. Além disso, quando os governos dos próximos 20 anos quiserem investir mais na área, será possível, pois não haverá sanções por ultrapassar o limite da inflação. Mas, para isso, será preciso equilibrar a balança, tirando de uma área para colocar em outra. A crítica é que, apesar de o texto falar em piso para Educação, fica estabelecido um teto global para os gastos, uma vez que é muito difícil que sejam redirecionados para a área recursos de outras pastas, como a Previdência, que já está onerada.                                                          
  Em agosto de 2016, a Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira da Câmara dos Deputados realizou um estudo sobre os efeitos da PEC 241 na Educação. A análise mostrou que, caso a proposta valesse desde 2011, os valores recebidos pela área teriam sido menores do que realmente foram todos os anos, e não teriam atingido os 18% constitucionais (veja a tabela abaixo). Isso porque, nesse período, a arrecadação de impostos foi maior do que a inflação.


    Marcos Rogério Rocha Mendlovitz, responsável pelo estudo, explica, no texto, que 2016 é uma exceção, pois a inflação está alta e a arrecadação em queda. O cenário deste ano, sem perda de recursos, se repetiria em 2017, quando ainda se prevê uma inflação alta. No entanto, se aprovada, a PEC só passará a valer em 2018, quando projeta-se que arrecadação já deve voltar a crescer. “A partir de 2018, já começaria a haver perda, a qual se acentuaria rapidamente nos exercícios seguintes" (veja tabela abaixo).

   O governo, no entanto, tem defendido que a PEC protegerá a Educação e que, nos próximos anos em que a regra valer, o orçamento da não sofrerá perda. “Quando a arrecadação é baixíssima e a inflação é alta, como tem ocorrido, é normal que uma medida como essa pareça positiva. Mas, quando a arrecadação voltar a crescer e a inflação tender a se estagnar, o cenário será desvantajoso para a Educação”, explica Daniel Cara, coordenador geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação. Ou seja, os investimentos em Educação previstos pela PEC podem ser maiores que os atuais em momentos de crise, quando a inflação é alta e o crescimento da economia é baixo. Mas, caso o país esteja crescendo, a vinculação das despesas com a Educação às receitas significa mais dinheiro para a área.

Fonte: Revista Nova Escola

PEC 241: como ela impacta a Educação

    Se ela for aprovada, os recursos destinados à área devem diminuir e ficará difícil cumprir as metas do Plano Nacional da Educação. O texto ganhou as duas votações na Câmara dos Deputados e segue para análise do Senado                                                                       
    A sigla PEC 241 está em alta nas últimas semanas. Para além dos noticiários de economia e política, o assunto deu as caras nas publicações sobre saúde e Educação, apareceu com força na linha do tempo das redes sociais dos brasileiros e entrou no papo dos estudantes secundaristas, que voltaram a ocupar as escolas  no país contra a medida.     
   Mas o que é, afinal, a PEC 241? A sigla é a abreviação de Proposta de Emenda Constitucional número 241, enviada ao Congresso Nacional no dia 16 de junho de 2016. O texto propõe a criação de um teto (limite máximo) para os gastos com despesas primárias dos poderes Executivo, Judiciário e Legislativo a partir de 2017, pelos próximos 20 anos. 

   A ideia é que o valor gasto seja limitado à despesa realizada na área no ano anterior, reajustada com base na variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (IPCA). A lógica só poderá ser alterada no 10º ano de vigência, por mandato presidencial. Os órgãos e poderes que ultrapassarem o teto de gastos sofrerão sanções, como a impossibilidade de realizar concursos públicos e reajustar o salário de servidores públicos. 
    Na madrugada do dia 26 de outubro, essa proposta foi aprovada em segundo turno na Câmara dos Deputados, com placar folgado de 359 votos a favor, 166 contra e 02 abstenções. Agora, o texto segue para análise e votação no Senado.                                                                          
  O novo regime fiscal é uma das principais bandeiras do presidente Michel Temer. Segundo o governo, a aprovação da proposta é crucial para frear o aumento de gastos do país e diminuir a dívida pública. Para Henrique Meirelles, o atual ministro da Fazenda, o desequilíbrio das contas do país se deve especialmente às despesas definidas pela Constituição. Por isso, então, que foi feita uma proposta de emenda à Constituição com o objetivo de desvincular os gastos das receitas da União, como previsto pela carta magna.   

   E este é o ponto que mais pode afetar a Educação. Com a aprovação da PEC, a área, que tem repasse mínimo garantido por lei (piso) de 18% dos impostos da União, passaria a ter os investimentos estabelecidos com base na inflação. A diferença da Educação para as outras áreas é que o primeiro ano de vigência da regra seria 2018, e não 2017. Então, a partir de 2018, a União passaria a ter um investimento mínimo na área equivalente ao piso constitucional de 2017 mais a correção do IPCA. Ficam excluídos dos limites estabelecidos pela proposta o Salário-Educação e os recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb).
Fonte:  Revista Nova Escola

terça-feira, 1 de novembro de 2016

02 DE NOVEMBRO – DIA DE FINADOS

   No dia 02 de novembro, na maior parte dos países ocidentais, ocorre um dos mais importantes rituais religiosos da tradição cristã católica, isto é, o Dia de Finados. Essa data tem por objetivo principal relembrar a memória dos mortos, dos entes queridos que já se foram, bem como (para os católicos) rezar pela alma deles, haja vista que, de acordo com a doutrina da Igreja Católica, a alma da maioria dos mortos está no Purgatório passando por um processo de purificação. Por essa razão, a alma necessita de orações dos vivos para que intercedam a Deus pelo sofrimento que as aflige. Nesse contexto, o Dia de Finados era conhecido na Idade Média como “Dia de todas as Almas”, dia esse que sucedia o “Dia de todos os Santos” (comemorado no dia 1º de novembro).  

  Desde a época do cristianismo primitivo, que se desenvolveu sob as ruínas do Império Romano, que os cristãos rezavam por seus mortos, em especial pelos mártires, onde estes eram frequentemente enterrados: nas catacumbas subterrâneas da cidade de Roma. O costume de rezar pelos mortos foi sendo introduzido paulatinamente na liturgia (conjunto de rituais que são executados ao longo do ano) da Igreja Católica. O principal responsável pela instituição de uma data específica dedicada à alma dos mortos foi o monge beneditino Odilo (ou Odilon) de Cluny.                                                                                        
   Odilo (962-1049) tornou-se abade de Cluny, em Borgonha, na França, uma das principais abadias construídas no mundo medieval e responsável por importantes reformas no clero no período da Baixa Idade MédiaEm 02 de novembro de 998, Odilo instituiu aos membros de sua abadia e a todos aqueles que seguiam a Ordem Beneditina a obrigatoriedade de se rezar pelos mortos. A partir do século XII, essa data popularizou-se em todo o mundo cristão medieval como o Dia de Finados, e não apenas no meio clerical.   

      Apesar do processo de secularização e laicização que o mundo ocidental tem passado desde a entrada da Modernidade, o dia 02 de novembro ainda é identificado como sendo um dia específico para se meditar e rezar pelos mortos. Milhões de pessoas cumprem o ritual de ir até os cemitérios levar flores para depositar nas lápides em memória dos que se foram; outras levam também velas e cumprem os rituais mais tradicionais, como orações, cânticos etc.                                                                                                                          

Por Me. Cláudio Fernandes                                                                                                 Fonte: Brasil Escola

Bem vindo NOVEMBRO

    A Proclamação da República e o Dia da Bandeira são algumas das datas comemorativas do mês de novembro. Se em outubro a cor rosa dá nome à campanha de prevenção ao câncer de mama, então o Novembro azul vem lembrar a importância de prevenir-se contra o Câncer de Próstata. Já o dia 27 é a data reservada para o Dia Nacional de Combate ao câncer,  instituído pelo Ministério da Saúde em 1988.                                                         Celebrado desde a Idade Média, o dia 2 de novembro é a data para se lembrar dos mortos. Ligado à religiosidade, o Dia de Finados é um dia de meditação e de rezar pelos falecidos. Também são comemorados em novembro os dias da Alfabetização e da Consciência Negra, nos dias 14 e 20, respectivamente.                                                       
   O mês ainda traz duas datas cívicas relevantes para o Brasil, pois foi no dia 15, em 1889, que o Marechal Deodoro da Fonseca realizou o ato que chamamos de Proclamação da República. Já no dia 19 é comemorado o Dia da Bandeira do Brasil.                                       
Por Rafael Batista   
Fonte: Brasil escola